Somos duas amigas, nascidas no mesmo ano, mas em continentes diferentes, uma na terra do fado, outra na terra do samba, uma loira, outra morena, com um oceano pelo meio, mas que só fisicamente nos separa. Gostamos ambas de nos divertirmos e de coisas bonitas. Sim, vaidosas q.b.. As nossas intermináveis conversas com sotaques sobre quase tudo dão um blog. Porque ainda há muito a descobrir entre os dois países. E afinal não somos tão diferentes assim.



terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Mitos e Lendas


Berta:
Vocês sabiam que em nós portugueses não podemos dar “qualquer nome” a um filho? Ah, pois é, bebé.
Daí todos termos na família um ou mais "Manuéis", "Marias", "Joaquins", "Josés"...

Antigamente também havia muita tradição de se dar o nome dos padrinhos, avós, pais, ou outros familiares aos recém-nascidos, por isso a coisa não variava muito.

Há uma lista de nomes autorizados (é grande, é verdade, há muito por onde escolher), e de nomes e conjugação de nomes proibidos

Por isso não há cá dar o nome do jogador de futebol favorito ao filho, a não ser que ele se chame João, José..., nem o da cantora americana à filhota.

Contudo - tcharan! - se um dos progenitores for estrangeiro ou a própria criança tiver outra nacionalidade, a conversa é outra, já pode! Aí o português fica louco, porque adoramos furar o sistema (já deviam saber se leram este post) e depois temos filhos chamados Lyonce Viiktórya e Lyani Viiktórya (nomes verídicos de duas meninas, filhas de mãe portuguesa e pai guineense famosos).

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