Berta:
Finais de Julho rumei em família para o Sul para aproveitar uns dias de sol em Olhão.
Apesar do receio da pandemia, estava mesmo a precisar de praia e mar. Que saudades! Confesso que nos meses de confinamento cheguei a pensar que este ano não iríamos poder viajar (mesmo que dentro do país), nem ir à praia, ter um Verão minimamente normal. Por isso tentei aproveitar ao máximo cada pé na areia, cada mergulho!
Já há muitos anos que tinha feito praia na zona da Ria Formosa, em Tavira, mas este ano, simplesmente porque foi o alojamento que encontrámos dentro do nosso orçamento e expectativas, fomos parar a Olhão, uma cidade maioritariamente piscatória, bem pitoresca, em que é fácil apanhar um ferry para praias paradisíacas como as das ilhas da Armona, Culatra e Farol. Anda-se bastante a pé até chegar à praia dos sonhos, porque nestas ilhas não há automóveis, mas vale a pena! Águas mornas e tranquilas, com peixinhos, muito próximo do que já vi no Caribe. Não é aquele Algarve das arribas e das grutas, mas é também maravilhoso! Portugal, seu lindo!
Não estava muita gente em Julho, conseguimos fazer bem o distanciamento entre chapéus de sol, e sempre que havia um maior ajuntameno de pessoas, como no ferry, a máscara era obrigatória.
Confesso que ainda não me sinto totalmente relaxada num restaurante, cozinhámos quase sempre ou levávamos marmitas, mas não resisti ao melhor rodízio de peixe da região, no restaurante "Tintol" em Faro, que nos atendeu com todos os cuidados e estava bem vazio (in)felizmente.
Foram uns dias MUITO FELIZES neste ano doido e tumultuado!

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